
Bill Sutton tem o hábito de levar de cada sítio "algo diferente". Do Sports Marketing 09, que o trouxe a Portugal pela primeira vez, o homem que foi vice-presidente da NBA e ajudou a transformar o campeonato de basquetebol dos Estados Unidos da América num negócio milionário, de dimensão mundial, pode bem ter levado o "fenómeno Lucílio" como recordação. Não mais do que isso, porém. O erro de arbitragem que marcou a final da Taça da Liga - ou Taça Carlsberg, designação obrigatória, numa conferência de marketing desportivo como a que o IPAM organizou, ontem, no Porto - pode levar um padre a recusar baptizar os Lucilinhos da paróquia, pode abalar direcções e treinadores, mas, é quase absolutamente seguro que não será por isso que um adepto pensará duas vezes antes de voltar a provar aquela que se diz "provavelmente, a melhor cerveja do Mundo". Quem o garante são os consumidores do futebol português, cujas opiniões estão a ser objecto de um estudo que se estende por toda a época e mostra que quem vai para a bancada é cada vez mais azul, daquele azulão à FC Porto, e muito menos choramingão do que quem gere a modalidade. Se não há mais gente nos estádios, não é por causa dos árbitros, mas porque não há dinheiro para o bilhete.
Carlos Liz gere a APEME, empresa de estudos de mercado que está nas bancadas e nos sofás e nos cafés com os adeptos, a descobrir do que é que eles gostam. No que respeita a clubes, a resposta é, mais do que nunca, FC Porto. Porque "é o melhor" e a "meritocracia" está a ganhar de goleada à geografia e a outros valores tradicionais: num Mundo cada vez mais pequeno, porque mais próximo, é o mérito que cativa o mais apetecível dos públicos - os jovens
in: http://www.ojogo.pt/25-34/artigo788935.asp

Tristezas, só falas de tristezas, más notícias. :)
ResponderEliminarBoas ou más são as noticias que temos...
ResponderEliminarE pelos vistos os mais jovens começam a abrir os olhos, pelo menos no que toca a futebol...
lol