A goleada sofrida pelo Leixões contra o Paços de Ferreira foi mais pesada que a anterior, contra o FC Porto e que valeu à equipa-sensação do campeonato -- em especial ao seu guarda-redes - suspeitosos comentários de Rui Santos, o teleanalista português com mais tempo de antena. Tendo por alvo o FC Porto e o seu interesse em Beto, felizmente que esses comentários mereceram uma reacção em cadeia da estrutura do clube de Matosinhos e do próprio Sindicato dos Jogadores. Finalmente, aproveitando a goleada sofrida em Munique, José Mota perguntou: "O Sporting também se vendeu ao Bayern?". Claro que o treinador do Leixões não imaginaria que passadas 24 horas a sua equipa encaixaria quatro golos sem resposta na Mata Real, mas há coisas que não podem depender das contingências da vida porque, como diz o Povo, quem não se sente não é filho de boa gente. Tudo isto não passaria de mera tolice futeboleira se não estivesse a crescer a tendência para considerar que os jornalistas - e por extensão os comentadores - têm direito a desenvolver análises sobre toda e qualquer suposição, incluindo a mais suspeitosa. Como tentou doutrinar João Miguel Tavares, esta semana, no "Diário de Notícias", ao tentar defender a sua suspeitosa posição anti-Sócrates no caso Freeport. Ou seja: que, por um lado, não é inspector da PJ e que, por outro lado, a "comunicação social é um contrapeso do sistema democrático...".
Leram bem: contrapeso.
MANUEL TAVARES
Fonte: http://www.ojogo.pt/

Então agora os "paineleiros" (pessoas que comentam em paineis informativos) não vão acusar a equipa do Leixõesde ser comprada pelo Paços de Ferreira? Será que se venderam por uma cama e um camiseiro?!

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